Início

 | InícioInício | Adicione aos FavoritosAdicione aos Favoritos | LoginLogin | ContactosContactos | Álbum de ImagensÁlbum de Imagens |

Serviços  
Junta de Freguesia  
Assembleia de Freguesia  
Pontinha  
Arquivo de Notícias  



Pontinha
Mapa da Pontinha
Geografia
História
Caracterização
Heráldica e Símbolos
Locais de Interesse
Concelho e Município


Newsletter






Agenda de Eventos



»Calendário de Jogos




    Pontinha

 História



Conheça a história da freguesia da Pontinha e os principais pontos de viragem do seu desenvolvimento.

A Freguesia da Pontinha, com 4,78 Km2 e cerca de 40 mil habitantes, foi criada em 1984, pela Lei Nº 44/84, aprovada em 30.11.84 e publicada em 31.12.84, por desanexação da Freguesia de Odivelas. Tendo sido a Pontinha elevada à categoria de Vila pela Lei Nº 75/91 de 16 de Agosto, aprovada em 16 de Junho de 1991.

Situa-se na zona ocidental do Concelho de Odivelas, confinando com os Concelhos da Amadora, Sintra, e Lisboa.

 

'Outrora habitada pelos árabes, apenas existem dados sobre a Pontinha, a partir do século XIV.

O seu nascimento está ligado às quintas e às famílias nobres. Durante os séculos XVII e XVIII, prosperam as quintas, e aí se instalam, sobretudo para fins veraneantes, notáveis famílias da nobreza e representantes do clero.

A Quinta da Pontinha existe, pelo menos, desde 1657. O seu nome foi mudando ao longo dos séculos, e de acordo com os seus proprietários. No início do século XVIII era conhecida por Quinta dos Brasileiros (dado os seus proprietários terem enriquecido nessa antiga colónia), e após vários proprietários, fica conhecida em 1796 por Quinta dos Valadares. Só no século XIX passa a ser conhecida pelo atual nome — Quinta da Pontinha.

No passado, toda esta área estava dividida em quintas e casais, de que sobreviveram, ainda, alguns nomes, como Casal do Falcão onde viveu o pintor Vieira Lusitano (1609-1783), Quinta da Paiã ou Casal Novo, Casal de Azeitão, Quinta da Pentieira, Quinta do Enforcado e tantas outras.

Os lisboetas dos séculos XVIII e XIX vinham à Paiã, conhecida por ser um autêntico

pulmão, em busca de ar puro. Personalidades e famílias ilustres descansavam aqui da vida citadina, das saídas para os teatros e para as festas da capital. O Marquês de Pombal era um notável frequentador de uma das casas locais, propriedade de um diplomata do Rei da Prússia.

Em parte, o solo destas propriedades foi ocupado pela construção urbana. atualmente, há ainda muito solo agrícola na posse da Escola Profissional Agrícola, além de vastos terrenos que são propriedade da Assembleia Distrital e ainda outros, de particulares.

O povoamento, outrora disperso, devido à concentração da população nos grandes centros urbanos, tem vindo a ocupar os espaços disponíveis, ligando entre si as várias quintas, com as novas urbanizações.

A 28 de junho de 1971, o Patriarca de Lisboa criou a Paróquia da Pontinha, que destacou da Paróquia do Santíssimo Nome de Jesus de Odivelas. Todo o passado de vida religiosa da área da Pontinha está ligado à Freguesia de S. Lourenço de Carnide e não a Odivelas. A integração nesta última deveu-se a uma questão meramente administrativa quando, em 1886, se traçaram os novos limites do Concelho de Lisboa.

Esta Paróquia passou a ter sede na Capela da Sagrada Família, que é hoje a igreja e onde se podem apreciar os belos vitrais da autoria de Júlio Pomar.

Nos limites desta Freguesia, funciona, desde 1917, uma escola profissional agrícola, que já teve vários estatutos e deu formação a inúmeros jovens, predominando, na maior parte do tempo da sua existência, a componente agrícola.

É na Pontinha que, a 25 de abril de 1974, se instala o Posto de Comando do Movimento das Forças Armadas que instaurará um regime democrático em Portugal. atualmente, este quartel integra um Núcleo Museológico, criado através de um protocolo estabelecido entre o Regimento de Engenharia N.º 1 e a então Comissão Instaladora do Município de Odivelas.

Em termos administrativos a Freguesia da Pontinha foi criada no dia 30 de novembro de 1984, através de Projeto -Lei aprovado em Assembleia da República, e que entrou em vigor no dia 1 de janeiro de 1985 e elevada à categoria de vila no dia 16 de agosto de 1991.'

[Bibliografia:  'Odivelas Uma Viagem ao Passado' de Maria Máxima Vaz - Texto, gentilmente, cedido pela Câmara Municipal de Odivelas]

Nos seus primórdios, era apenas aglomerado de fraca densidade populacional, banhado pelo Rio da Costa que tem a sua nascente no Casal do Castelo. Teria na sua proximidade um cais de embarque 'Porto da Paiã', através do qual eram recebidos e escoados os víveres produzidos para o abastecimento de Lisboa, o que para a época originou o desenvolvimento da região.

Antiga localidade do Concelho de Belém criado por Decreto de 11 de Setembro de 1852, passando em 1886 para o Concelho dos Olivais, o que durou apenas alguns meses, dada a criação do Concelho de Loures em 26 de Julho de 1886, delimitado na época com a construção da Estrada Militar ou Fiscal, para mais fácil cobrança de impostos de consumo.

 
Da sua História recente, existe ainda, como edifícios mais importantes e antigos:
  • A Escola Profissional Agrícola D. Dinis, situada na Paiã, fundada no início século XX, mais concretamente em Março de 1917, que desde a sua fundação ministra aulas sobre artes de utilidades práticas, além do ensino da agricultura. No seu património inclui-se uma vasta área destinada a experiências agrícolas, estimada em 100 hectares;

  • O edifício onde hoje esta instalado o Restaurante 'Velho Mirante', bem no Centro da Vila, construído no século XVIII;

  • O Centro Escolar Republicano 'Tenente Valdez', instalado na ermida de Nossa Senhora dos Prazeres, que se encontrava em completo abandono em 1911, apesar de já ter sido restaurada pelo Povo em 1908.Pontinha em 1940

Outro desenvolvimento teria tido a região, se em 1912, a então Comissão de Melhoramentos do Concelho de Loures tivesse conseguido a pretensão expressa ao Governo para a construção de uma via de caminho de ferro, que partisse de Campolide e passasse pela Luz, Odivelas, Caneças, Loures, Tojais, Fanhões, Bucelas, Freixial, Montachique, Malveira, etc., até a Ericeira, em substituição de outra via, entre Ericeira e a Povoa de Santa Iria, mas que também ficou no esquecimento.

Em 1936 a Pontinha dá novas de desenvolvimento com a instalação de electricidade e em 1947 iniciam-se as obras para o abastecimento de água, concluídas em 1949, contando na altura com 2507 consumidores.

Em 1950, com a explosão demográfica, atingindo o seu auge em 1965, a Pontinha torna-se numa zona dormitório, de construções degradadas, sem qualquer preocupação urbanística e sem equipamentos sociais e culturais.

No dia 25 de Abril de 1974, a História da Pontinha, ficou mais rica. O Posto de Comando do Movimento das Forças Armadas é instalado no Regimento de Engenharia Um e transmite as ordens que deram a vitória ao Movimento que veio transformar Portugal.

 
Actualmente a Freguesia da Pontinha é composta por Bairros, alguns de génese ilegal, os quais têm vindo a ser recuperados através de uma acção conjunta da população e das Autarquias.

A população apresenta uma estrutura etária jovem, contando por único, com cerca de 5% de reformados. Entre os activos predominam os que trabalham no sector terciário, sobretudo no comércio, restaurantes e similares e serviços pessoais e domésticos.

Igualmente importante é a construção civil, como oferta de postos de trabalho. A indústria existente desenvolve-se nas áreas da borracha, metalomecânica, colas, confecções, mármores, tinturaria e produtos congelados.

Com uma intensa actividade cultural e desportiva, a Pontinha conta com a participação activa da massa associativa, composta por Colectividades, Associações de Moradores, Grupos de Jovens, Associações Culturais e Teatrais.

Saiba mais sobre:


   13 Nov 2006 Formato para impressão Voltar ao topo Voltar atrás Enviar por e-Mail     




Acrescentar à lista de preferências Acrescentar à lista de preferências
Comentários  Comentários





Administração

powered by siteMega

RSS Feed - Artigos Recentes

A afixação do Símbolo de Acessibilidade não garante que o website seja 100% acessível. A utilização do símbolo demonstra, unicamente, um esforço em aumentar a acessibilidade do website por cidadãos com necessidades especiais e por equipamentos com limitações técnicas. ©2013 Junta de Freguesia
www.pontinha.pt